Polícia Federal em Pernambuco em ação conjunta apreende anabolizantes e comprimidos de ecstasy em correspondências

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A Polícia Federal em ação conjunta com a Receita Federal, Correios e Secretaria da Fazenda de Pernambuco, promovem ações de repressão qualificada em diversas centrais de distribuição dos Correios com o objetivo de coibir o tráfego e tráfico de substâncias entorpecentes e diversos materiais ilícitos por correspondência. Através de cão farejador e aparelho raios x, cerca 400 comprimidos de ecstasy que estavam escondidos em duas pequenas caixas de som.   Os policiais acompanharam a entrega ao destinatário, até a residência de um suspeito de 22 anos, porém quem se encontrava no endereço do destinatário era seu tio, cujo sobrinho ao ser localizado, foi preso no bairro de Maranguape, em Paulista. O suspeito confessou que havia utilizado o endereço dele para receber o material entorpecente e que receberia R$ 200 reais pelo serviço de recebimento da droga sintética e que deveria entregar para uma outra pessoa.  De acordo com investigações da Polícia Federal apontam que essa droga é de um presidiário que está cumprindo pena por tráfico de drogas sintéticas e que tais comprimidos seriam vendidos e distribuídos em festas raves da região metropolitana do Recife.  Na sequência, outro caso foi identificado pelos agentes federais, desta vez, localizado e apreendido pela Receita Federal, através do cão farejador e aparelho raios x, cerca de 215 caixas de anabolizantes (Testoland Depot, King Testoviron, King Sustan, Nandrolana Fenilpropionato, Trembolona Acetato, Enantato de Testosterona),160 comprimidos de ecstasy despachados via Sedex  cuja postagem tinha destino final para o bairro da Várzea, no Recife.  Todo o material foi entregue na sede da Polícia Federal que ficará encarregada das investigações como também do possível remetente e destinatário. AÇÃO  As ações coordenadas pela Polícia Federal e Receita Federal tem se utilizado de cães farejadores para identificar substâncias ilícitas como também outras modalidades criminosas que tentam burlar a fiscalização para transportar mercadorias e objetos produtos de crime entre os estados brasileiros e até do exterior. Com a pandemia da Covid-19 e necessidade de isolamento social, a tentativa de envio de entorpecentes via postal e redes sociais tem sido uma das formas encontradas pelos grupos criminosos para manter o mercado ilegal de venda e consumo de drogas.

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