17 de agosto de 2022

Carlos Veras é o primeiro pernambucano a ter foto na galeria de presidentes de Comissão da Câmara

“Presidir a Comissão dos Direitos Humanos e Minorias na conjuntura que nos encontrávamos, em plena pandemia, foi um desafio imenso. As violações dos direitos humanos ficaram muito mais intensas, porque as mulheres passaram a passar mais tempo em casa com seus agressores. A comunidade LGBTQIA+ passou a sofrer ainda mais preconceitos, ataques e violência. A violência institucional e política aumentou. A violação dos direitos dos povos indígenas e quilombolas aumentou, o governo não queria que eles recebessem itens de higiene pessoal durante a pandemia”, apontou Carlos Veras. Ele também destacou que durante seu mandato foi criada uma direção paritária, de gênero e raça, algo inédito na Comissão. Ainda foram realizadas diversas audiências públicas a fim de debater o conjunto de ações contra as violações dos direitos humanos, requerimentos de informações dando prosseguimento às denúncias recebidas e um conjunto de proposituras de leis e projetos. O deputado Carlos Veras (PT-PE) participou, nesta quarta-feira (3), da solenidade de descerramento da placa, na galeria de Presidentes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). A cerimônia foi presidida pelo atual presidente da Comissão, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).
“É uma imensa honra ter a foto do 1º pernambucano na galeria de presidentes/as da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Foi um grande e gratificante desafio estar à frente do Colegiado, um dos mais importantes da Casa, neste momento em que a população brasileira enfrenta diversos ataques aos direitos das minorias e à democracia. O nosso mandato seguirá sempre na defesa dos direitos de todas e todos”, disse o parlamentar. Veras assumiu a presidência da Comissão em março de 2021, em plena pandemia da Covid-19. Ele afirmou que o desafio foi enorme, principalmente porque durante a pandemia os direitos humanos no Brasil foram violados a todo momento. “Presidir a Comissão dos Direitos Humanos e Minorias na conjuntura que nos encontrávamos, em plena pandemia, foi um desafio imenso. As violações dos direitos humanos ficaram muito mais intensas, porque as mulheres passaram a passar mais tempo em casa com seus agressores. A comunidade LGBTQIA+ passou a sofrer ainda mais preconceitos, ataques e violência. A violência institucional e política aumentou. A violação dos direitos dos povos indígenas e quilombolas aumentou, o governo não queria que eles recebessem itens de higiene pessoal durante a pandemia”, apontou Carlos Veras. Direção paritária
Ele também destacou que durante seu mandato foi criada uma direção paritária, de gênero e raça, algo inédito na Comissão. Ainda foram realizadas diversas audiências públicas a fim de debater o conjunto de ações contra as violações dos direitos humanos, requerimentos de informações dando prosseguimento às denúncias recebidas e um conjunto de proposituras de leis e projetos.

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